Repórteres mexicanos que vivem nas regiões mais afetadas pelo tráfico de drogas precisam viver como correspondentes de guerra, diz Mike O'Connor, representante do Comitê de Proteção aos Jornalistas, em notícia do La Jornada.
O'Connor, um correspondente veterano de conflitos armados, frisou que lugares como Chihuahua, Michoacán e Sinaloa fazem parte da linha de frente na guerra do tráfico. E, assim, os jornalistas destas áreas que escrevem sobre o tema vivem sob a política do medo.
O Inter Press Service observa que nos últimos meses não houve nenhuma instituição doméstica ou internacional que não alarmou o mundo sobre a situação dos jornalistas no México. Trabalhar sob a mira de revólveres tem se tornado algo padrão e diversos grupos organizados criticam as autoridades por não agirem em defesa dos jornalistas e resolver os casos de assassinato e agressões.
» Special report: reporting, and surviving, in Ciudad Juárez, Mexico (Knight Center)


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