Vários meios de comunicação contam com infraestrutura e pessoal para fazer jornalismo investigativo, mas os custos operacionais podem ser muito altos em momentos de crise. Veículos poderiam, no entanto, usar essa capaciadade de conduzir investigações para atender pedidos de clientes dispostos a pagar por projetos especiais, o que ajudaria a financiar os seus próprios trabalhos. É o que diz David Westphal, do Online Journalism Review.
Ainda que os donos da revista británica The Economist realizem trabalhos de investigação especializada para clientes corporativos desde os anos quarenta, poucas empresas de comunicação nos Estados Unidos seguem o exemplo, destaca Westphal. Às exceções:
* O GlobalPost, um site de notícias internacionais, oferece a membros que pagam pelo serviço acesso a sua rede de jornalistas, além de reportagems personalizadas feita pelos seus funcionários e jornalistas independentes por tarifas adicionais.
* O New England Center for Investigative Reporting utiliza o trabalho de jornalistas freelance para fazer inverstigações por contrato.
* O SNS Global, fundado por uma dupla de ex-jornalistas investigativos do Wall Street Journal, realiza uma grande variedade de investigação sob a encomenda de seus clientes.
O proprietário do site Texas Watchdog, Trent Seibert, explicou a Westphal, entretanto, sua preocupação com possíveis conflitos éticos entre os trabalhos contratados e a transparência que se espera de um meio de comunicação. Onde colocar a linha?, questionou.


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