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Organizações pedem justiça depois de três anos da morte de repórter americano no México


A Anistia Internacional denunciou a falta de progresso na investigação do assassinato em 2006 do repórter-cinematográfico Brad Will no sul do México. O órgão argumenta que o único homem preso pelo crime é um “bode expiatório”, informa o jornal El Universal.

Will trabalhava para a rede independente Indymedia. Ele morreu a tiros quando gravava a revolta de setores sociais contra o governo do estado de Oaxaca, explica a AFP.

Segundo a Anistia, as provas que incriminam um ativista presente no protesto não têm fundamento. “É hora de as autoridades federais investigarem e julgarem imparcialmente esse homicídio”, disse a organização em um comunicado, citado pelo diário La Jornada.

O Comitê para Proteção de Jornalistas (CPJ, por suas siglas em inglês) também criticou a investigação e lembrou que depois de três anos o crime continua sem solução.


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