Christiane Amanpour percorreu o mundo como correspondente internacional e fazendo reportagens para a CNN em zonas e conflito como o Oriente Médio, os Bálcãs, Somália e Ruanda. Sua nova atribuição, como apresentadora de um programa semanal de entrevistas, levou à seguinte pergunta do repórter Stephen Foley, do britânico The Independent: “O que ela (Amanpour) está fazendo atrás de uma bancada?”.
O programa, que entrou no ar na semana passada, na CNN International, leva o nome de “Amanpour” e promove “o poder da entrevista”. Uma compilação do programa é exibida aos domingos nos Estador Unidos.
Amanpour se mudou de Londres para Nova York por várias razões. Seu marido, ex-porta-voz do Departamento de Estado, está considerando a possibilidade de começar uma carreira política formal, explica Foley.
A jornalista localiza sua “zona de conforto” na busca de notícias em campo, frequentemente no meio de situações de risco. O trabalho de apresentadora, diz Foley, a coloca numa “zona de perigo” com a qual está pouco familiarizada.
Sua presença nos EUA poderia ajudar a CNN a superar a Fox News, diz Foley. Ele acrescenta que o programa introduz um “contraste internacionalista” às notícias produzidas pela CNN de Nova York. “Os americanos não são bobos, mas estão sendo tratados como tal”, indica Amanpour. “Sempre senti um grande respeito por suas visões e por seu conhecimento e compreensão”.



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