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Assassinada testemunha de morte de jornalista no Maranhão; polícia suspeita de crime encomendado



A segunda testemunha do assassinato do jornalista maranhense Décio Sá, ocorrido em abril de 2012, morreu após levar sete tiros em um atentado em janeiro deste ano, informou o jornal Estado de S. Paulo.

Segundo o G1, Ricardo Silva (conhecido como o Carioca), ficou internado por três semanas em São Luiz após o ataque e sete suspeitos de cometer o crime foram presos. Principal testemunha do assassinato, Silva tinha contato com os agiotas que teriam planejado a morte do jornalista e, de acordo com a polícia do Maranhão, ele contaria novos detalhes no próximo depoimento, noticiou o Uol.

Ainda segundo o Estado de S. Paulo, o secretário adjunto de Inteligência e Assuntos Estratégicos da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão, Laércio Costa, afirmou que Silva era um "arquivo vivo, por isso sua morte foi encomendada".

Dada como esclarecida em junho, a investigação do assassinato de Décio Sá já teve outras reviravoltas. Em janeiro deste ano, o advogado de defesa pediu a interrupção dos depoimentos das testemunhas do crime, e foi acusado pela procuradora-geral de justiça do Maranhão de "atrasar o andamento do processo". Sá foi assassinado em 23 de abril em São Luiz após denunciar em seu blog um esquema de agiotagem no estado. Sua morte reacendeu o debate sobre a segurança de jornalistas de veículos regionais no Brasil.



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