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Blog JORNALISMO NAS AMERICAS

Em Honduras, autoridades continuam a investigar o assassinato do jornalista Aníbal Barrow




Anibal Barrow. Foto: La Prensa.

As autoridades de Honduras continuam a investigação do sequestro e assassinato do jornalista de televisão Aníbal Barrow, cujo corpo foi identificado em 10 de julho. 

Calderón, jornalista do Canal 11 e do Diario Tiempo, morreu em 15 de julho após ingerir fósforo de alumínio.

A organização C-Libre questionou a versão de suicídio do jornalista Aldo Calderón, que investigava o homicídio de seu colega Barrow. Uma comissária da Polícia Nacional de Honduras disse a C-Libre que um dia antes de morrer, Calderón conversou sobre inconsistências nas investigações do assassinato de Barrow.

Segundo os registros telefônicos de seu celular, o jornalista da emissora Globo TV recebeu nove chamadas de um suposto candidato a deputado com quem teria marcado um encontro próximo ao estádio Olímpico da cidade de San Pedro Sula em 24 de junho às 14h. Neste lugar e data, o jornalista e dois de seus familiares foram sequestrados por três desconhecidos, segundo o jornal La Prensa. O cadáver do jornalista foi achado 16 dias depois de seu desaparecimento, mas uma testemunha que atualmente se encontra sob proteção declarou que Barrow foi assassinado no mesmo dia de seu sequestro, reportou El Heraldo.

No processo judicial sobre o caso consta que o jornalista recebeu constantes mensagens e chamadas com ameaças dias antes de seu assassinato, segundo o diário La Tribuna.

Segundo C-Libre, Calderón publicou brevemente uma nota na internet em que denunciava que o diretor da polícia, Juan Carlos Bonilla, havia retirado os investigadores do lugar onde foi encontrado o cadáver de Barrow. O jornalista também falou com testemunhas que afirmaram que o corpo do jornaliista estava dentro de um veículo, apesar da versão oficial indicar que o cadáver foi abandonado próximo a umas plantações de cana.

Até o momento, quatro pessoas foram acusadas de ser os autores materiais do crime, mas as autoridades não identificaram os autores intelectuais. O caso de Barrow se soma a uma lista de 29 jornalistas assassinados em Honduras desde 2009.



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